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Publicado em 12 março, 2026
Quando uma empresa realiza seu aporte obrigatório de PD&I por meio da Lei de TICs, ela está fazendo mais do que cumprir uma exigência legal em busca de créditos tributários. Ela está investindo no futuro da indústria e do mercado ao qual pertence.
Nesse sentido, é importante que a empresa saiba onde seus recursos serão alocados, ou ao menos, o tipo de tecnologia que será impulsionada a partir de seu investimento.
Os PPIs Embrapii (Programas Prioritários de Interesse Nacional) se apresentam como o instrumento ideal para as empresas de tecnologia que buscam transparência sobre seus recursos investidos e precisam ter:
– alto nível de segurança para investir
– maior grau de previsibilidade fiscal
– conhecimento sobre o tipo de ecossistema tecnológico que será fortalecido
Além do risco zero de glosa no depósito e a obtenção garantida de créditos tributários, esse investimento traz impacto institucional direto, pois gera uma série de outros benefícios.
Ao optar pelos PPIs Embrapii (Hardware BR e IoT/Manufatura 4.0), a empresa não apenas cumpre integralmente a Lei de TICs, ela passa a apoiar diretamente Centros de Competência estruturados para desenvolver tecnologias críticas para a indústria nacional.
Neste artigo, vamos detalhar quais são esses centros e por que essa decisão é estratégica para as empresas do setor.
Os PPIs Embrapii foram estruturados como instrumentos reconhecidos para cumprimento da Lei de TICs, com enquadramento institucional validado pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação).
Com governança definida, os recursos aportados são direcionados aos Centros de Competência Embrapii, que operam como polos de excelência em pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico.
Na prática, isso significa:
– cumprimento R$ por R$ da obrigação legal
– rastreabilidade do aporte
– modelo validado institucionalmente
– risco zero de glosa
– fortalecimento de áreas tecnológicas estratégicas
A Embrapii coordena dois PPIs: IoT/Manufatura 4.0 e HardwareBr.
PPI IoT/Manufatura 4.0
Focado na geração de novos modelos produtivos e de plataformas, que demandam o desenvolvimento e a integração de tecnologia e processos.
PPI HardwareBR
Direcionado para criar conhecimento e infraestrutura de pesquisa que impulsionam a geração de novas plataformass de hardware com tecnologia nacional.
Conheça a seguir os Centros de Competência que estão conectados a estes PPIs.
Localizado em Recife, este centro concentra esforços em proteção de dados, gestão de identidade e acessos, privacidade e defesa contra ameaças inteligentes, pilares essenciais para assegurar processos empresariais conectados e seguros.
Sua atuação responde diretamente à crescente demanda do setor por soluções resilientes de segurança digital, especialmente em ambientes industriais interconectados, onde decisões de IA precisam ser protegidas contra ataques sofisticados.
Esse centro, sediado no Inatel, em Minas Gerais, está na vanguarda da pesquisa e desenvolvimento em redes móveis avançadas (5G/6G).
Para a indústria, isso significa capacidade de conectar máquinas, sensores e sistemas com baixa latência e altíssima disponibilidade, condição essencial para aplicações como controle preditivo, automação autônoma e fábricas inteligentes conectadas.
Instalado no SENAI CIMATEC, na Bahia, o QuIIN representa um salto estratégico em tecnologias baseadas em comunicação e sensores quânticos, uma fronteira que redefine capacidades de comunicação, otimização e sensoriamento para a indústria do futuro.
Esse centro posiciona o Brasil em pé de igualdade com esforços globais de pesquisa quântica, abrindo caminho para soluções industriais ainda inimagináveis com as infraestruturas tradicionais.
No Rio Grande do Sul, o Centro de Competência em Agricultura Digital Cedra é focado em melhorar a competitividade do agronegócio por meio de plataformas de hardware inteligentes e tomada de decisão automatizada. Ele é essencial para empresas que desejam levar seus processos produtivos agrícolas ao padrão de precisão e digitalização de ponta, uma extensão natural da Indústria 4.0 para o campo.
Com sede no Paraná, este centro pesquisa o desenvolvimento de hardware voltados para as infraestruturas elétricas inteligentes, redes de distribuição inteligentes (smart grids) e soluções para mobilidade elétrica industrial e urbana.
Essas competências são críticas para setores que dependem de eficiência energética, integração com energias renováveis e arquitetura digital de distribuição, pilares da indústria sustentável do século XXI.
Localizado em São Paulo, este centro atua na evolução das arquiteturas de redes abertas (Open RAN), que promovem flexibilidade e interoperabilidade em sistemas de comunicação avançados, um componente crítico para arquiteturas industriais com múltiplos sistemas inteligentes conectados.
Sediado na Paraíba, o VIRTUS CC integra pesquisa e desenvolvimento em hardware inteligente voltado à automação industrial, fortalecendo capacidades de sensores, atuadores e sistemas embarcados, essenciais para soluções avançadas de IA que dependem de interoperabilidade entre software e hardware.
Com base em Goiás, este centro foca em tecnologias de realidade aumentada, virtual e ambientes digitais imersivos, com aplicações de inteligência artificial, que estão transformando treinamento, manutenção remota, simulação industrial e novos modelos de interação homem–máquina para o mundo cada vez mais digital de nosso tempo.
Embora tenha foco prioritário na área da saúde e não integre o conjunto de Centros criados com recursos do PPI, este centro incorpora tecnologias emergentes e métodos de P&D que se traduzem em grandes tendências na área de terapias gênicas, como medicamentos feitos a partir de células e tecidos humanos, ou de ácidos nucleicos que podem modificar genes humanos para tratar doenças.
Além de acelerar o desenvolvimento da indústria e fomentar a criação de novas tecnologias de fronteira, o aporte de recursos nos PPIs Embrapii gera benefícios exclusivos para as empresas dentro dos Centros de Competência.
Empresas de TICs operam em mercados altamente regulados e competitivos.
Ao aportar nos PPIs Embrapii, elas:
– reduzem risco de glosa nas obrigações de PDI
– ganham previsibilidade no compliance
– apoiam a infraestrutura tecnológica nacional
– fortalecem Centros que poderão ser parceiros futuros da indústria de TICs
– ampliam posicionamento institucional
– benefícios exclusivos junto aos Centros de Competências
Empresas que precisam realizar o depósito referente ao exercício anterior (2025) devem observar o ciclo operacional até 31 de março.
Antecipar essa decisão evita:
– pressão interna de compliance
– retrabalho documental
– insegurança jurídica
A escolha de onde aportar recursos de PD&I define:
– o nível de risco envolvido
– o grau de previsibilidade fiscal
– o impacto tecnológico gerado
Os PPIs Embrapii combinam:
– Cumprimento integral da Lei de TICs
– Modelo validado institucionalmente
– Risco zero de glosa
– Fortalecimento de Centros de Competência estratégicos
Se sua empresa já está avaliando o aporte do exercício anterior, ou mesmo aportes trimestrais para obtenção de créditos tributários perante a Lei de TICs, o momento de estruturar essa decisão é agora.
Avalie o enquadramento do seu aporte nos PPIs Embrapii e faça seu depósito facilitado clicando aqui.
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